A Felicidade de Ser Criança
(Um convite à reflexão sobre a felicidade)
Companheiro leitor, preste atenção,
Vou te contar um segredo, sem intenção
De te deixar triste, mas pra te fazer pensar,
Sobre a felicidade, que a gente pode buscar.
Ser feliz é sempre, dizem por aí,
Sentir-se adolescente, leve e sem aflição.
É correr no campo, subir em arvoredo,
Brincar na chuva, sem medo do molhado.
Saltar obstáculos, fazer piruetas,
Esconder-se na mata, em suas vielas.
Escalar montanhas, alcançar o cume,
E sentir a brisa, que sopra no lume.
Chorar sem motivos, por pura emoção,
Achar-se diferente, sem comparação.
Rabiscar versos soltos, no papel em branco,
Sentir-se enamorado, um amor tão franco.
Sonhar que o amor existe, em cada coração,
E jamais perder a amada, em sua canção.
É desprezar o espelho, que a gente tem,
Que distorce a imagem, de quando a gente era bem.
Mas será que a felicidade é só isso?
Correr, pular, brincar, sem compromisso?
Será que a gente cresce, e esquece de ser feliz?
Ou a felicidade, a gente tem que ir atrás?
A felicidade, meu amigo, ela está dentro,
No nosso coração, que a gente não vê.
É a paz que a gente sente, a alma leve,
É a esperança que a gente tem, que a vida vale a pena.
Então vamos buscar, essa felicidade,
Em cada momento, em cada atividade.
Vamos ser crianças, de novo, por um dia,
E redescobrir a vida, com alegria.
Moral da história:
A felicidade não se encontra em coisas materiais,
mas sim em sentimentos e atitudes.
Ao lembrarmos da nossa infância, podemos resgatar
a alegria e a leveza que nos fazem sentir vivos.
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